quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Curiosidades sobre Mamíferos

Cientistas traduzem gestos de comunicação de chimpanzés


Pesquisadores disseram ter traduzido o significado de gestos que chimpanzés selvagens usam para se comunicar.
Segundo eles, os animais usam um conjunto de 66 gestos para transmitir 19 mensagens específicas. A descoberta foi feita acompanhando e filmando comunidades de chimpanzés em Uganda, e após a análise de mais de 5 mil casos dessas trocas significativas.

Somente os seres humanos e chimpanzés, segundo ela, têm um sistema de comunicação onde eles deliberadamente enviam uma mensagem para outro indivíduo.A pesquisadora Catherine Hobaiter, que liderou o estudo, disse que esta é a única forma de comunicação intencional a ser registrada no reino animal.
"Isso é o que é tão surpreendente sobre os gestos dos chimpanzés", disse à BBC. "Eles (os gestos) são a única coisa que se parece com a linguagem humana".
A pesquisa foi publicada na revista Current Biology. (...)
Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/07/140701_ciencia_chimpanzes_hb.shtml

Cientistas estudam mecanismos do pulo do canguru - acessar link:

Ornitorrinco é confirmado como ave, réptil e mamífero

Além de ser ovíparo e produzir leite para os filhotes, o ornitorrinco tem pele adaptada à vida na água e veneno comparável ao das serpentes

Estudos sobre o genoma do ornitorrinco, o estranho animal com pele, pêlos, bico de pato, rabo de castor e patas com membranas, apontaram que o animal é, ao mesmo tempo, um réptil, um pássaro e um mamífero, segundo relatório publicado pela revista Nature.

A espécie de 40 cm de comprimento faz parte da família dos monotremados: a fêmea produz leite para alimentar os filhotes e são ovíparos. Sua pele é adaptada à vida na água e o macho possui um veneno comparável ao das serpentes.
"O genoma do ornitorrinco (Ornithorhyncus anatinus), assim como o próprio animal, apresenta um amálgama de características que pertencem a um réptil ancestral e são derivadas de mamíferos", segundo os pesquisadores. Alguns dos 52 cromossomos, ligados às características sexuais, correspondem também a aves.
"Esta mistura fascinante dos traços no genoma do ornitorrinco traz muitos indícios sobre o funcionamento e a evolução de todos os genomas de mamíferos", afirma em um comunicado o principal autor do estudio, Richard Wilson, diretor do Centro de Genoma da Universidade de Washington.
De fato, se compararmos seu genoma ao de outros mamíferos "seremos capazes de estudar os genes que foram conservados durante a evolução", explica. O ornitorrinco é "único", uma vez que manteve características de répteis e mamíferos, especificidade que a maioria das espécies perdeu ao longo da evolução, lembra por sua vez Wes Warren, da mesma universidade.
O seqüenciamento do genoma do ornitorrinco foi realizado com uma fêmea, batizada de Glennie, que vive na Austrália. Equipes de oito países participaram da pesquisa, entre os quais Estados Unidos, Austrália, França, Inglaterra e Espanha.
Ao longo da análise, os cientistas compararam o genoma de Glennie ao de homens, cachorros, ratazanas, gambás e galinhas: o ornitorrinco compartilha 82% de seus genes. Este animal conta com 18,5 mil genes, dos quais dois terços também aparecem no homem.
O ornitorrinco nada com olhos, ouvidos e narinas fechados, guiando-se graças a receptores sensoriais em seu bico para detectar os campos elétricos emitidos por suas presas. Além disso, a fêmea não possui tetas para amamentar os filhotes - estes sugam o leite que sai da pele da mãe, como os marsupiais.
Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI2872257-EI8145,00 Ornitorrinco+e+confirmado+como+ave+reptil+e+mamifero.html 

Grande degelo do Ártico libera parasita mortal para mamíferos


O acelerado degelo do Ártico, em consequência do aquecimento global, abre caminho a inéditos movimentos migratórios de agentes patogênicos, que representam um risco para os mamíferos marinhos e, potencialmente também, para os seres humanos, alertaram os cientistas.
"Com as mudanças climáticas, percebemos que existe uma possibilidade sem precedentes de que os agentes patogênicos migrem para novos ambientes e causem doenças", disse Michael Grigg, parasitólogo do Instituto de Alergias e Doenças Infecciosas (NIAID, na sigla em inglês) dos Estados Unidos.
"O gelo é uma enorme barreira ecológica para os patógenos, que ao aumentar as temperaturas no Ártico conseguem sobreviver e acessar novos anfitriões vulneráveis que não desenvolveram imunidade contra estes micróbios e parasitas por não ter ficado expostos anteriormente", disse nesta quinta-feira, durante conferência anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS), celebrada em Chicago entre 13 e 17 de fevereiro.
Uma nova cepa do parasita "Sarcocystis pinnipedi", até agora sequestrada no gelo, emergiu recentemente causando uma ampla mortalidade em em focas cinzas e outros mamíferos ameaçados no Ártico, como leões marinhos, morsas, ursos polares e ursos pardos no Alasca e até no sul da província canadense da Columbia Britânica.
Outro parasita que está comumente nos gatos, chamado "Toxoplasma gondii", foi encontrado em baleias brancas (belugas) em águas do Ártico, algo nunca visto, disse o cientista.
A descoberta, há alguns anos, provocou um alerta sanitário nas populações de esquimós que tradicionalmente comem a carne destas baleias, acrescentou. (...)
Fonte: http://noticias.uol.com.br/meio-ambiente/ultimas-noticias/redacao/2014/02/14/grande-degelo-do-artico-libera-parasita-mortal-para-mamiferos.htm

O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://www.estadao.com.br/noticias/geral,cientistas-estudam-mecanismo-do-pulo-do-canguru,690472
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Artrópodes


Fonte: Livro do Universitário

Mamíferos



Fonte: Livro do Universitário

Cordados


Fonte: Livro do Universitário 

Notícias sobre Cordados

Anfíbios e répteis ameaçados são achados mortos em aeroporto sul-africano

Cerca de 400 espécimes de répteis e anfíbios, muitos deles ameaçados na natureza, foram encontrados mortos em dois caixotes em um aeroporto de Johanesburgo, na África do Sul, vítimas de desidratação e desnutrição.

Eles eram parte de um carregamento de mais de 1,6 mil animais vindos de um país vizinho, Masagascar, que seguia para lojas de animais exóticos nos Estados Unidos.
Os animais, encontrados no Aeroporto Internacional OR Tambo de Johanesburgo, passaram ao menos cinco dias sem água ou comida, segundo relatos. Os aproximadamente 1,2 mil animais sobreviventes estão sendo tratados no zoológico da cidade.
(...)
Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/anfibios-e-repteis-ameacados-sao-achados-mortos-em-aeroporto-sul-africano,0f66d77091fd3410VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html  de 31 de janeiro de 2014.

Diminuição de peixes é problema grave na região do Rio Paraguai

Uma das maiores riquezas do Rio Paraguai é a incrível quantidade e variedade de peixes que vivem em suas águas. Peixes que servem de alimentos a outros animais como aves, répteis e alguns mamíferos. É uma das bases da cadeia alimentar. Sem peixe, a riqueza da fauna pantaneira não existiria.
Para mostrar os peixes do rio, fomos a um afluente do Paraguai, na fazenda Porto São Pedro. O mergulhador e documentarista de natureza Lawrence Wahba acompanha a equipe de reportagem.
“Essa região tem três rios de água muito clara e que possibilita a gente observar esses mesmos peixes que depois, quando vão para o Rio Paraguai, não são observáveis, é difícil de filmá-los porque a visibilidade é muito reduzida”.
O Paraguai é um rio com 270 espécies de peixes, além de outros bichos mais assustadores, mas que nem se incomodam com a presença da equipe. Um cardume de Corimbatás e uma arraia nadando rente ao fundo do rio. Peixinhos coloridos contrastam com a vegetação aquática.
Um problema grave é que toda a riqueza aquática está ameaçada. O dono da fazenda onde mergulhamos, Armando Lacerda, faz um alerta: “existe uma sobrepesca no Rio Paraguai. Costumo dizer que o peixe não está tendo descanso mais, durante o dia você tem uma intensa atividade de pesca turística e durante à noite, os pescadores profissionais. Então, o peixe não tem mais o direito de descansar”.
Muitas pessoas pensam como Armando. Na despensa de um restaurante de Corumbá, MS, encontramos peixes de vários locais, nenhum da região do Pantanal. Tinha filé de pintado de cativeiro, que veio de um criador a 700 quilômetros de distância. Tambaqui, peixe da Amazônia e filé de Pangá, um peixe do sudeste asiático, do Vietnã, do outro lado do mundo.
Hoje em dia, a pesca na região funciona assim: o pescador profissional tem cota de 400 quilos de peixe por mês; o amador, o turista, pode levar dez quilos de peixe e mais um exemplar – seja de que peso for e ainda cinco piranhas. Além disso, todo ano tem tanto tempo de defeso, quando é proibido qualquer pescaria.
Para alguns especialistas, é preciso um novo modelo da fauna aquática pantaneira. O professor Thomaz Lipparelli foi chefe do serviço de recursos pesqueiros de Mato Grosso do Sul durante muito tempo: “Temos aqui um processo de gestão totalmente equivocado e que nós chegamos ao limite da irresponsabilidade”, alerta.
Existe um projeto de lei no Congresso Nacional propondo moratória de cinco anos na pesca do Pantanal para recuperar os estoques. Apresentado em dezembro de 2011, o projeto ainda não foi votado. “É uma medida, que já deveria ter sido tomada há pelo menos uns dez anos, excelente. Com ele, nós vamos ter uma paralisação da atividade pesqueira, tempo suficiente para que os estoques possam se recompor”, lembra o professor.
Além da pesca excessiva, existem outras ameaças, como a construção de usinas e barragens nos afluentes do Rio Paraguai. Mais de 40 já estão funcionando. Um risco grande para os peixes que perdem locais de abrigo, alimentação e reprodução. “Hoje existe a previsão de instalação de mais de 120 empreendimentos hidrelétricos que, caso implementados, podem impactar de forma muito significativa o Pantanal, inclusive com a falência de todo o ecossistema”, diz o procurador da república Wilson Rocha.
A erosão das margens do Paraguai e afluentes é outro ponto que afeta a qualidade da água do rio. A pesca esportiva no Paraguai e seus afluentes é a grande atração do turismo no Pantanal. E ela sustenta outro tipo de trabalho: fomos a Porto da Manga para conhecer os isqueiros, gente que pega a isca que vai ser usada pelos  pescadores.
A principal isca é o peixe Tuvira é estima-se em 2000 o número de coletores dessa isca no Pantanal.  “A tuvira pega pintado, pega todos os peixes de couro”, diz Eliene, isqueira.
A luta pela tuvira começa com uma caçada no mato pra achar cupim. Mas tem que ser o cupim que está nas árvores, que tem bastante bicho. O cupim que está no chão não serve para ser isca de pegar tuvira. Com a isca da isca na bagagem, Eliene e o marido, Adão, chegam ao local do serviço.
A pesca da isca é arriscada pela presença de cobras e porque só pode ser pescada no escuro. Se tudo correr bem, o casal consegue tirar até R$ 200 por noite, mas também pode voltar pra casa de mãos vazias.
Fonte: http://g1.globo.com/natureza/noticia/2014/08/diminuicao-de-peixes-e-problema-grave-na-regiao-do-rio-paraguai.html

Parte dos anfíbios do cerrado pode ser extinta até 2050, diz pesquisa

Mais da metade das espécies de anfíbios existentes apenas no cerrado brasileiro podem desaparecer devido às mudanças do clima e a políticas erradas de uso da terra. A conclusão é parte do projeto “Diversidade de anfíbios no cerrado e prioridades para sua conservação em cenários futuros de mudanças climáticas”, desenvolvido pela organização ambiental Pequi, com apoio da Fundação Boticário.
O estudo, que durou quatro anos e foi parte de duas teses de doutorado da Universidade Católica de Brasília, simulou o ambiente do cerrado em 2050, com temperatura 2ºC acima do normal, de acordo com previsão do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC). Tais características foram aliadas aos modelos atuais de políticas públicas, voltadas para a expansão agrícola na região, com dados sobre o desmatamento do bioma.
Segundo a pesquisa, espécies de anfíbios como sapos e pererecas existentes na região sul do bioma, área que abrange parte de Goiás, o oeste de Minas Gerais, oeste da Bahia e sul do Tocantins, poderiam desaparecer devido à destruição de seus habitats, que são áreas úmidas da floresta ou próximo de lagos ou cursos de água.
“A ausência de locais adequados para sobrevivência e a elevação da temperatura no cerrado fariam esses animais procurar por outras regiões amenas. A região de floresta mais próxima seria a Mata Atlântica, mas este bioma já praticamente desapareceu devido à expansão humana”, disse Débora Silvano, professora do curso de Ciências Biológicas da Universidade Católica de Brasília e coordenadora do estudo científico. “A falta de ambiente adequado deve impactar na sobrevivência das espécies de anfíbios”, explica.
Exemplar de perereca P. berohoca, que existe apenas no cerrado e pode desaparecer devido aos efeitos da mudança do clima e do mau uso da terra (Foto: Divulgação/Paula Valdujo)

Mapeamento
Segundo Débora, foram mapeados no cerrado 204 espécies de anfíbios, sendo que 102 são endêmicas (existem apenas em determinada localidade). Devido aos problemas ambientais citados, ao menos 50% dos animais que vivem somente no bioma desapareceriam, como a perereca P. berohoca e o sapinho B. sazimai.
A população desses animais já pode ter sido reduzida neste ano devido à alta incidência de queimadas no Centro-Oeste, que desde julho sofre com o longo período de estiagem. “Quando é o período de seca, os anfíbios costumam ficam enterrados em camadas úmidas do solo ou mesmo no interior da floresta. Se o fogo atingiu essas áreas, é provável que esses animais tenham sido atingidos”, complementa a pesquisadora.
Outro inimigo da biodiversidade local é o desmatamento. O cerrado brasileiro teve uma área desmatada de 6.469 quilômetros quadrados entre 2009 e 2010, de acordo com o Ministério do Meio Ambiente. O número equivale a uma redução de 15,3% em relação à medição anterior (2008-2009), quando o bioma perdeu 7.637 quilômetros quadrados de área.
Em números absolutos, o estado que mais desmatou foi o Maranhão, com uma área de 1.587 km². Percentualmente, o Piauí foi o estado com maior perda de área – 979 km² ou 1,05% da área de cerrado do estado.
Soluções
O estudo conclui que para evitar a mortalidade de espécies, o governo deve criar sistemas de áreas protegidas conectadas, como unidades de conservação com corredores ecológicos, que possibilitaria a migração desses animais entre fragmentos de floresta.
“Isso evitaria a dispersão de espécies. Os anfíbios não conseguem ir muito longe devido à dificuldade de mobilidade. É preciso que o governo realize planejamentos para evitar o desmatamento do bioma, principalmente na porção sul”, afirma Débora.
Espécime do sapinho B. sazimai, encontrada apenas no bioma que abrange grande parte do Centro-Oeste do Brasil (Foto: Divulgação/Paula Valdujo)

Fonte: http://g1.globo.com/natureza/noticia/2011/09/parte-dos-anfibios-do-cerrado-podem-ser-extintos-ate-2050-diz-pesquisa.html

Aquecimento global pode causar nanismo em mamíferos, afirma estudo

Imagem mostra um cavalo antigo "Hyracotherium" à direita ao lado de um cavalo de hoje em dia

O aquecimento global desencadeado pela atividade humana na Terra pode ter o efeito de encolher o tamanho de certas espécies de mamíferos, causando nanismo nos animais, diz novo estudo conduzido pela Universidade do Michigan, nos Estados Unidos.
Segundo o estudo, a descoberta se baseia no fato já conhecido de que encolhimentos semelhantes ocorreram em duas ocasiões no passado, porém sem a interferência do homem: há 55 milhões de anos, durante o período conhecido como Máximo Térmico do Paleoceno Superior; e há 53 milhões de anos.
Ambos os períodos foram marcados por uma escalada na temperatura global. À época, animais de grupos como o dos primatas e o de cavalos e veados foram atingidos e tiveram suas dimensões corporais reduzidas.
A descoberta foi possível após análise de fósseis de animais que viveram nesses dois períodos.
A observação de dentes e mandíbulas de mamíferos dessas épocas apontaram, por exemplo, que uma espécie ancestral de cavalo já extinta e que tinha o tamanho de um pequeno cão —o Hyracotherium— encolheu em até 30% durante os anos em que a Terra experimentou subida em suas temperaturas.
Para o paleontologista Philip Gingerich, as consequências desses períodos de aquecimento global no passado da Terra levam a concluir que seus efeitos se repetirão caso as temperaturas do planeta voltem a subir.
"O fato de que isso aconteceu duas vezes aumenta nossas suspeitas de que se deram numa reação de causa e efeito, mostrando que um desdobramento do aquecimento global no passado foi uma diminuição substancial no tamanho corporal de algumas espécies", diz o cientista na divulgação do estudo.
Após o estudo, os cientistas concluíram que a diminuição nas dimensões de animais "parecem ser uma resposta evolutiva comum" dos mamíferos aos períodos de calor extremo no planeta e que "portanto, podem ser uma reação natural de algumas espécies a um futuro aquecimento global".
Fonte: http://noticias.uol.com.br/meio-ambiente/ultimas-noticias/redacao/2013/11/09/aquecimento-global-pode-causar-nanismo-em-mamiferos-afirma-estudo.htm 




Curiosidades sobre Aves

Qual é o pássaro mais veloz do mundo?

O falcão-peregrino (Falco peregrinus), ave de rapina que, em média, voa a 160 km/h, mas é capaz de mergulhar a mais de 320 km/h quando está atrás de uma presa! O bicho, encontrado em praticamente todo o mundo, é tão rápido que deixaria para trás um jato na decolagem! Confira abaixo como ele atinge essa velocidade incrível e conheça outras aves que mandam ver no voo. :-)
Exímio caçador, o falcão-peregrino usa uma estratégia engenhosa para capturar suas presas: pegar correntes de ar quente para atingir grandes alturas. Em alguns casos, ele sobe 1,5 mil metros em relação ao nível do solo.
Lá de cima, fica fácil para ele localizar suas vítimas, que podem ser outras aves - como pombos, patos e faisões - ou roedores. Avistado o alvo, ele dá um mergulho quase perpendicular ao solo, às vezes em queda livre.
No mergulho, ele cola as asas ao corpo e controla a direção do voo abrindo-as ligeiramente. Com movimentos curtos das asas, consegue acelerar ainda mais, superando os 320 km/h.

Finalmente, ele agarra a presa com as garras ou simplesmente a abate com uma pancada com as patas. Atordoada, a vítima cai em movimentos circulares enquanto o falcão-peregrino dá meia-volta para apanhá-la na queda.


Qual é a maior ave de rapina do mundo?

Dois belos pássaros dividem o título: o condor-dos-andes (Vultur gryphus), também chamado de abutre-do-novo-mundo, e o condor-da-califórnia (Gymnogyps californianus). Ambos chegam a ter 1,3 metro de comprimento e, com as asas abertas, atingem 3 metros de envergadura. Indivíduos adultos dessas duas espécies podem pesar acima de 11 quilos. Como o próprio nome diz, o condor-dos-andes vive na cordilheira dos Andes, na América do Sul, habitando encostas de montanhas. Infelizmente, ele tem sido implacavelmente perseguido pelo homem. O condor-da-califórnia - encontrado no estado norte-americano de mesmo nome - também corre sérios riscos de extinção. Em meados dos anos 90, existiam pouco mais de 100 desses animais nos Estados Unidos e, para evitar que a espécie sumisse completamente do mapa, foi criado um programa de reprodução em cativeiro. É bom lembrar que o termo ave de rapina é usado para se referir aos pássaros predadores dotados de garras afiadas e bicos especiais para capturar alimentos. Além dos condores, águias, falcões, gaviões e corujas fazem parte desse grupo. No Brasil, a maior ave de rapina é o gavião-real, também conhecido como harpia (Harpia harpyja). Ele pode ser visto na Amazônia, em algumas regiões da mata atlântica e também no sul do país.

(...)


Fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/qual-e-a-maior-ave-de-rapina-do-mundo




Curiosidades sobre Peixes

Quais são os maiores peixes de água doce?

Os dois maiores peixes de água doce do mundo vivem no Brasil. "A piraíba é o maior peixe de couro de água doce do mundo, enquanto o pirarucu é o maior entre as espécies com escama", afirma o zootecnista Eduardo Gomes Sanches, diretor do Museu de Pesca de Santos (SP). Ambos medem em torno de 2,30 metros e pesam cerca de 200 quilos. O pirarucu (Arapaima gigas) é o peixe mais emblemático da Amazônia, pois é consumido desde o descobrimento do Brasil. "Ainda hoje, é bastante vendido nos mercados. Suas escamas são emolduradas e muito bonitas, sendo aproveitadas no artesanato" diz o ictiólogo (especialista em peixes) Geraldo Mendes, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). A piraíba (Bracyplatystoma filamentosum) é um bagre, encontrado também nos grandes rios da bacia amazônica. Possui um corpo roliço, de cor cinza amarelada, e é um peixe noturno, ou seja, ataca suas presas à noite.

Por possuir um olho bem pequeno, ela usa seus barbilhões sensíveis, localizados próximos à boca, para "tatear" o caminho que segue. Outros dois grandes peixes de água doce são o dourado (Salminus maxillosus) e o jaú (Paulicea luetkeni), cujos tamanhos atingem 1,50 metro e 2 metros, respectivamente. Eles são encontrados na bacia dos rios Paraná-Paraguai, embora o jaú também viva no Amazonas.
Imagem: http://gilgalvao.blogspot.com.br/2010/04/pirarucu-o-peixe-gigante-do-amazonas.htm
Qual o animal aquático mais rápido do mundo?
É o agulhão-vela (Istiophorus platypterus), um peixe esquisitão com um grande bico em forma de espada e uma barbatana dorsal dupla que parece uma vela. Também chamado de sailfish, peixe-vela e agulhão-bandeira, ele atinge 109 km/h em pequenas distâncias, segundo o Guinness, o "livro dos recordes". O campeão aquático faz o "tipo esguio", podendo chegar a 3,4 metros de comprimento com apenas 90 quilos de peso. De acordo com um ranking elaborado pelo ictiólogo (especialista em peixes) e biólogo marinho Aidan Martin, diretor do Centro ReefQuest de Pesquisa em Tubarão, dos Estados Unidos, o agulhão-vela é seguido de perto pelo peixe-espada (Xiphias gladius), que nada a 96 km/h, e pelo marlim (gênero Makaira), que atinge por volta de 80 km/h. O feito desses animais é excepcional, uma vez que a água é cerca de 750 vezes mais densa que o ar, o que exige dos peixes uma extraordinária força para se locomover. Dos outros animais marinhos, vale ressaltar a rapidez de golfinhos e tubarões. Entre os primeiros, o campeão em velocidade é a orca (Orcinus orca), com 55 km/h. Já no grupo dos tubarões, o mako-cavala (Isurus oxyrinchus) é o mais rápido, com 50 km/h.





Cientistas descobrem menor peixe do mundo


Cientistas descobriram o menor peixe já visto em pântanos da ilha de Sumatra, na Indonésia.
Indivíduos adultos não passam de 7,9 milímetros, segundo pesquisadores da Royal Society britânica, que publicaram a descoberta em sua revista de mesmo nome.
Os Peadocypris genus, no entanto, estão ameaçados por causa da rápida destruição do seu habitat natural na Indonésia.
O peixe teve que adaptar-se a situações extremas – como viver em águas muito mais ácidas do que o normal.
Comida
A comida é cada vez mais escassa para o Paedocypris - menor que outros peixes por poucas dezenas de milímetros. Ele sobrevive comendo plâncton próximo à superfície da água.
Para manter seu tamanho, a espécie deixou de lado várias características da vida adulta – uma das razões para seu nome.
O cérebro, por exemplo, tem menos ossatura de proteção e as fêmeas têm espaço para carregar poucos ovos.
Os peixes são tão pequenos que podem sobreviver até a secas, buscando refúgio nas últimas poças d'água.
Mas eles agora estão ameaçados pelo homem.
Destruição sistemática das florestas, drenagem dos pântanos para plantações de palmeiras (para produção de dendê) e incêndios estão destruindo o meio ambiente do peixe.



Poraquê, o peixe-elétrico que mata jacarés com choques de 500 volts

“Aquele que põe para dormir”. Esse é o significado do nome do peixe amazônicoporaquê (Electrophorus electricus). Mas não se engane! Isso não tem nada a ver com canções de ninar. O poraquê é temido pelos ribeirinhos e é capaz de derrubar um cavalo. Mas como isso acontece? Se prepare, porque a resposta é “eletrizante”!
O poraquê possui células modificadas capazes de gerar eletricidade, os eletrócitos. Quando ameaçado, produz uma descarga elétrica que pode chegar a 500 volts, o suficiente para matar um homem adulto.  Ochoque é terrível: os músculos se contraem de forma tão intensa que é impossível controlar os movimentos. Os órgãos internos são danificados, o coração entra em colapso e finalmente para de bater. Essa habilidade lhe rendeu outro nome: peixe-elétrico.
No vídeo Peixe-elétrico mata jacaré,  é possível ter uma ideia desse poder “de fritar o cérebro”. (Alerta para as pessoas sensíveis: o vídeo é chocante!)


Mas não pense que a energia acaba por aqui, a vida do peixe-elétrico é repleta de “raios e trovões”. Ele emite pulsos de baixa voltagem enquanto se aproxima lentamente. Quando a presa se encontra em seu raio de alcance, o peixe-elétrico confere a descarga elétrica fatal e pega seu almoço requentado pelas micro-ondas.
O poraquê não é o único peixe capaz de utilizar a eletricidade para perceber o ambiente, mas é o peixe elétrico com a maior descarga conhecida até hoje.