quarta-feira, 29 de outubro de 2014

O Reino Metaphyta ou Plantae

Também chamado reino vegetalia ou vegetal, abrange todos os organismos qualificados como plantas. Organismos eucariontes pluricelulares; Todos clorofilados e autótrofos fotossintetizantes; Possuem células com parede celular formada de celulose, ainda que sobre ela possam ocorrer outros reforços de natureza química diversa (suberina, lignina, cutina, etc). Têm o amido como carboidrato de reserva principal; Mostram-se, na quase totalidade, incapazes de se locomover, exceto algumas espécies de algas verdes dotadas de flagelos. Eles constituem os grandes produtores de matéria orgânica dos ecossistemas terrestres e nutrem direta ou indiretamente os outros seres vivos (heterótrofos), produzindo oxigênio. Neste reino estão incluídas as algas pluricelulares, as briófitas, as pteridófitas, as gimnospermas e as angiospermas.

Divisao: Byophyta
* Corpo formado por um talo (sem tecidos, sem especialização)
* Habitat: lugaresúmidos - Transição ambiente (Aquatico/terrestre)

                      Esporos
           ↗                        ↘
Esporofito                       Gametas
           ↖                             ↙      
                     Zigoto                      

● Talo
● Celulose
● Metagenese
● Cloroplasto
● Clorofila A, B

* Aporte nutrientes —- tecido condutor (vascular)
* Trocas gasosas ( O2 . CO2 ) —- estômato
* Desidratação —- Cera —- Cuticula
* Radiação —- Cuticula
* Proteção —- Epiderme


Divisão: Pteridófita
Divisão: Byophyta
* Corpo formado por um talo (sem tecidos, sem especialização)
* Habitat: lugares úmidos - Transição ambiente ( Aquático/terrestre)
                                       
                                                 Xilema → Samanbaia, Aveica
                                             ↗             ↘Seiva bruta → Raiz → Folhas
             ↗ Condução – Floema → Seiva elaborada → Parte Aérea → Toda Planta
*Tecido
            ↘ Sustentação  → Esquelética → Esclerênquima
         E preenchimento → Parenquimático

*Orgãos → Raiz, caule, folhas → Rizoma
* Tamanho – Variado
* Reprodução – Endosporia (Especial)

Divisão: Gymnospermae


Divisão: Angiospermae





Fonte: caderno do ano passado 






quinta-feira, 4 de setembro de 2014

EQUINODERMOS

O filo Echinodermata é constituído por cerca de 7.000 espécies distribuídas em cinco classes: Crinoidea, Asteroidea, Ophiuroidea, Echinoidea e Holothuroidea. O nome do grupo é derivado de duas palavras gregas:echinos, que significa espinho, e derma, que significa pele, e se refere às projeções em forma de espinhos ou tubérculos presentes na superfície do corpo.

Todos os representantes do filo são de vida livre, sendo raras as espécies comensais. Muitos são adaptados para se fixar a substratos rochosos, enquanto outros vivem em substratos lodosos, arenosos, em madeira submersa ou em epibiose. Embora a grande maioria das espécies seja marinha, algumas toleram a água salobra. Podem ser encontrados em todos os oceanos, latitudes e profundidades, da zona entremarés às regiões abissais, sendo mais abundantes na região tropical do que nas águas polares.

Classe dos equinodermos

Os equinodermos compreendem cinco classes, relacionadas no quadro a seguir: 
Classes
Características
Exemplos
Echinoideacorpo quase esférico, com espinhos grandes e móveis (ouriços), ou achatado, com espinhos curtos e fixos (bolachas-do-mar)ouriços-do-mar,
bolachas-do-mar ou corrupios.
Asteroideacorpo esrelado, com cinco ou mais braços; espinhos pequenos e fixosestrelas-do-mar
Crinoideacorpo estrelado, com braços ramificados; sem espinhoslírios-do-mar
Holothuroideacorpo cilíndrico e sem espinhos; ausência de braçospepinos-do-mar
Ophiuroideacorpo estrelado, com disco central bem delimitado; espinhos curtos ou longos situados nos braçosserpentes-do-mar


Sistema digestivo: É completo, isto é, após a boca seguem-se o esôfago, estômago, intestino e ânus. Nos ouriços-do-mar a face oral (inferior) possui a boca, uma estrutura raspadora dotada de cinco dentes, chamada lanterna-de-Aristóteles. Essa estrutura é responsável pela obetnção do alimento  e pela corrosão da rocha que o animal se instala. Na face oposta, a aboral (superior), fica o ânus.
A estrela-do-mar alimenta-se principalmente de pequenos moluscos, como mariscos. Com os seus pequenos pés, a estrela-do-mar força a abertura das conchas das ostras, em seguida vira o seu próprio estômago do avesso e lança um suco digestivo dentro das conchas. Depois, é só engolir a massa, isto é, o corpo do molusco já digerido. Essa é, portanto, uma digestão extracorpórea.
Sistema circulatório
Ausente ou é rudimentar, e a distribuição de materiais faz-se através da cavidade celomática. A excreção é feita diretamente através da água que ocupa o sistema ambulacrário, não havendo nenhuma outra estrutura excretora especializada.

Fontes:
http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Reinos3/bioequinodermos.php

ANELÍDEOS

Os anelídeos são animais pertencentes ao filo Annelida e que possuem o corpo alongado e cilíndrico com inúmeros anéis dispostos em sequência, o que justifica o nome do filo. São animais encontrados em ambientes de água salgada ou doce e também em ambientes úmidos, de terra firme. Os animais que fazem parte desse grupo são minhocas, poliquetos e sanguessugas.

Fertilizando o solo
Outros anelídeos
  • os poliquetos, que, em sua grande maioria, são animais marinhos; não são muito populares, nem conhecidos, pois vivem enterrados no fundo do mar. Uma curiosidade: uma espécie de poliqueto, o Eunice viridis, conhecido como palolo, é um prato requintado da culinária das ilhas de Samoa e Fiji, no oceano Pacífico;
  • os aquetos ou hirudíneos. Um exemplar desta classe é a sanguessuga (Hirudo medicinalis).


As minhocas são animais que respiram através da pele (respiração cutânea) e por esse motivo sempre estão com a pele úmida, pois isso permite a difusão dos gases respiratórios (oxigênio e gás carbônico). Podem medir de 5 cm a 2 m de comprimento e são encontradas em solos úmidos e ambientes de água doce. As minhocas possuem cerdas em seu corpo que podem ser sentidas quando passamos a ponta dos dedos no corpo do animal. Essas cerdas se apoiam no solo e facilitam a locomoção.

As minhocas são animais imprescindíveis na natureza, pois auxiliam no processo de decomposição de matérias orgânicas (como folhas), escavam túneis que permitem uma melhor oxigenação das raízes das plantas e suas fezes servem de adubo para o solo. Durante o dia, a minhoca costuma ficar abrigada em seus túneis, saindo para a superfície somente no período da noite para se alimentar e se acasalar.
Os poliquetos são animais encontrados, em sua maioria, em ambientes marinhos. Há espécies que vivem rastejando pelo fundo do oceano à procura de animais dos quais possam se alimentar, enquanto que outras se mantêm enterradas nas praias e se alimentam de larvas e de outros pequenos organismos. Esses animais possuem grande quantidade de cerdas, chamadas de parapódios, que se encontram em todos os anéis do corpo e auxiliam na sua locomoção. Alguns poliquetos apresentam respiração cutânea, como as minhocas; enquanto outros possuem brânquias.
As sanguessugas são animais encontrados, em sua maioria, em ambientes de água doce, mas outras espécies podem ser encontradas em pântanos e brejos. Levam o nome de sanguessugas porque se alimentam do sangue de animais vertebrados. Assim como as minhocas, fazem respiração cutânea.
Não possuem cerdas e nem parapódios e apresentam duas ventosas, cada uma em uma extremidade, que servem para sua locomoção e fixação. Quando encontra sua vítima, a sanguessuga, com a ajuda das ventosas, fixa-se, perfurando a pele da presa sem provocar nenhuma dor. Ao sugar o sangue da vítima, as glândulas salivares da sanguessuga produzem uma substância anticoagulante que impede que o sangue da presa se coagule – assim, a sanguessuga pode se alimentar.
Antigamente, muitas pessoas utilizavam as sanguessugas acreditando que, com a retirada do sangue, haveria a chance de cura para muitas doenças. Nos dias atuais, a substância encontrada em sua saliva é utilizada para tratar trombose. Além disso, esse animal é utilizado em algumas cirurgias, para retirar o sangue acumulado.
Importância Econômica
Mas em que a minhoca contribui para a ecologia? Fique sabendo que ela é de suma importância, pois por ser detritívora, alimenta-se de detritos ou restos orgânicos de vegetais e animais. Estes, após serem "engolidos", são encaminhados para moela, onde serão triturados e levados ao intestino para digestão.
Eliminadas através do ânus, as fezes da minhoca são ricas em restos alimentares que sofrem a ação de bactérias decompositoras, fertilizando assim o solo. O húmus (matéria orgânica em decomposição) é rico em nitrogênio (N), fósforo (P) e potássio (K), que são macro-nutrientes necessários às plantas em geral, dentre outros componentes.
Além disto, ao escavar o solo, as minhocas formam túneis, favorecendo a aeração das raízes das plantas e a penetração das águas das chuvas.
Dada a desproporção, pode parecer brincadeira, acredita-se que as minhocas podem revolver cerca de cinco toneladas de terra durante um ano. Estima-se também que, a cada metro quadrado de solo, existam 8.000 minhocas. Em solos muito férteis, elas podem chegar a 100.000 por metro quadrado.
Para a felicidade geral da agricultura, as minhocas se reproduzem rapidamente: uma única minhoca põe de 12 a 16 milhões de ovos ao longo de sua vida que gira em torno de 16 anos. Sua maturidade sexual é atingida entre os 60 e 90 dias de idade. E sua reprodução pode ocorrer ao longo do ano, principalmente nas épocas de clima quente e úmido.
Há também os oligoquetos aquáticos, do gênero Tubifex. Tratam-se de pequenas minhocas avermelhadas que vivem no interior de rios e lagos. Sua proliferação permite identificar águas poluídas por detritos orgânicos.
Também encontramos no filo dos anelídeos outras classes, são elas:

Em séculos passados, elas eram utilizadas amplamente na medicina, para extrair o sangue das pessoas e tratar de problemas como a pressão alta, por exemplo. O paciente melhorava e não sentia nenhuma dor com este processo, pois a sanguessuga libera uma substância anestésica e anticoagulante, a hirudina.
Vale lembrar que, atualmente, as sanguessugas voltaram a ser usadas em alguns países da Europa, inclusive por membros da família imperial britânica, que, por sua adesão às causas ecológicas, aceita esse tipo de medicamento natural.
Portanto, se encontrar um anelídeo em seu caminho, lembre-se de todas as suas utilidades e nem pense em exterminá-lo.

Fontes:
http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Reinos2/anelideos.php
http://www.escolakids.com/anelideos.htm
http://educacao.uol.com.br/disciplinas/biologia/anelideos-1-a-importancia-das-minhocas-para-o-equilibrio-ecologico.htm

RÉPTEIS



Os répteis (do latim reptare, 'rastejar') abrangem cerca de 7 mil espécies conhecidas. Eles surgiram há cerca de 300 milhões de anos, tendo provavelmente evoluído de certos anfíbios. Foram os primeiros vertebrados efetivamente adaptados à vida em lugares secos, embora alguns animais deste grupo, como as tartarugas, sejam aquáticos.
A Terra já abrigou formas gigantescas de répteis, como os dinossauros. Hoje esse grupo é representado por animais de porte relativamente menor, como os jacarés, tartarugas, cobras e lagartos.

A pele dos répteis
Os répteis têm o corpo recoberto por uma pele seca e praticamente impermeável. As células mais superficiais da epiderme são ricas em queratina, o que protege o animal contra a desidratação e representa uma adaptação à vida em ambientes terrestres. A pele pode apresentar escamas (cobras), placas (jacarés, crocodilos) ou carapaças (tartarugas, jabutis).
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Escamas de cobras.

Temperatura corporal
Os répteis, assim como os peixes e os anfíbios, são animais pecilotérmicos: a temperatura do corpo varia de acordo com a temperatura do ambiente.

Respiração e circulação de sangue
A respiração dos répteis é pulmonar; seus pulmões são mais desenvolvidos que os dos anfíbios, apresentando dobras internas que aumentam a sua capacidade respiratória.
Os pulmões fornecem aos répteis uma quantidade suficiente de gás oxigênio, o que torna "dispensável" a respiração por meio da pele, observada nos anfíbios. Aliás, com a grande quantidade de queratina que apresenta, a pele torna-se praticamente impermeável, o que impossibilita a aquisição de gás oxigênio.
O coração da maioria dos répteis apresenta dois átrios e dois ventrículos parcialmente divididos. Nos ventrículos ocorrem mistura de sangue oxigenado com sangue não-oxigenado. Nos répteis crocodilianos (crocodilo, jacarés), os dois ventrículos estão completamente separados, mas o sangue oxigenado e o sangue não-oxigenado continuam se misturando, agora fora do coração.

Alimentação e digestão
Em sua maioria, os répteis são animais carnívoros; algumas espécies são herbívoras e outras são onívoras. Eles possuem sistema digestório completo. O intestino grosso termina na cloaca.

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Os sentidos

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Os répteis possuem órgãos dos sentidos que lhes permitem, por exemplo, sentir o gosto e o cheiro das coisas. Os olhos possuem pálpebras e membrana nictitante, que auxiliam na proteção dessas estruturas. Eles têm glândulas lacrimais, fundamentais para manter a superfície dos olhos úmida fora da água.
Destacamos aqui uma estrutura existente entre os olhos e as narinas de cobras, chamadafosseta loreal (no detalhe). Ela possibilita que a cobra perceba a presença de outros animais vivos por meio do calor emitido pelo corpo deles.
Embora os répteis não tenham orelha externa, alguns deles apresentam conduto auditivo externo e curo, que fica abaixo de uma dobra da pele, de cada lado da cabeça. Na extremidade de cada conduto auditivo situa-se o tímpano, que se comunica com a orelha média e a interna. Vários experimentos comprovam que a maioria dos répteis é capaz de ouvir diversos sons.
Classificação
Vamos conhecer as principais ordens em que se divide a classe dos répteis.

Quelônios
São as tartarugas, os jabutis e os cágados. Têm o corpo recoberto por duas carapaças: a carapaça dorsal, na parte superior do corpo, e o plastrão, na parte inferior. Essas duas carapaças são soldadas uma à outra. Há aberturas apenas para a saída do pescoço, dos membros anteriores e posteriores e da cauda.
As tartarugas são aquáticas e podem viver em água doce ou salgada; suas pernas têm a forma de nadadeiras, o que facilita a locomoção na água. Os jabutis são terrestres e seus dedos são grossos. Os cágados vivem em água doce e seus dedos são ligados por uma membrana que auxilia na natação.
Esses animais não têm dentes. A boca apresenta um bico córneo.

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Jabuti

Crocodilianos
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Crocodilo

São os crocodilos e os jacarés. Grandes répteis aquáticos, os crocodilianos têm corpo alongado e recoberto por placas córneas. Possuem quatro membros, que são usados para a locomoção terrestre e aquática.
O jacaré tem a cabeça mais larga e arredondada do que a dos crocodilianos, e, quando fecha a boca, seus dentes não aparecem. Já o crocodilo tem a cabeça mais estreita e, mesmo com a boca fechada, alguns dentes são visíveis.
Jacarés e crocodilos habitam regiões tropicais, geralmente às margens dos rios.
No Brasil só existem jacarés. Eles são encontrados na Amazônia e no Pantanal Mato-Grossense.

Escamados
São os lagartos e as serpentes (estas mais comumente chamadas de cobras). Esses animais têm a pele recoberta por escamas e dividem-se em dois grupos menores: lacertílios e ofídeos.

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Lacertílios - Compreendem os lagartos, os camaleões e as lagartixas, répteis de corpo alongado, com a cabeça curta e unida ao corpo por um pequeno pescoço. Possuem quatro membros, sendo os anteriores mais curtos que os posteriores.

Ofídeos - Compreendem as serpentes ou cobras, répteis que não têm pernas. A grande maioria desses animais possuem glândulas que fabricam veneno. Uma serpente é peçonhenta quando seus dentes são capazes de inocular veneno nos animais que ataca. Os dentes têm um canal ou sulco que se comunica com as glândulas produtoras de veneno. No momento da picada, o veneno escoa por esse canal e é inoculado no corpo da presa.

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 Reprodução
O sistema reprodutor dos répteis foi um importante fator de adaptação desses animais ao ambiente terrestre. Os répteis fazem a fecundação interna: o macho introduz os espermatozoides no corpo da fêmea.
A maioria é ovípara, ou seja, a fêmea põe ovos, de onde saem os filhotes. Esses ovos têm casca rígida e consistente como couro. Os ovos se desenvolvem em ambiente de baixa umidade.
A fecundação interna e os ovos com casca representam um marco na evolução dos vertebrados, pois impediram a morte dos gametas e embriões por desidratação. Assim, em ralação a reprodução, os répteis tornaram-se independentes da água. A tartaruga marinha e muitos outros répteis aquáticos depositam os seus ovos em ambiente terrestre. Eles ficam cobertos de areia e aquecidos pelo calor do Sol.
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O ovo é rico em vitelo - substância que nutre o embrião - e é capaz de reter a umidade. Na casca há poros, pequenos orifícios que permitem a entrada de oxigênio do ar e a saída de gás carbônico, ou seja, a troca de gases. Isso ajuda a manter o embrião vivo.
A maioria dos répteis não precisa cuidar dos seus ovos e filhotes. Os filhotes quando "prontos" saem da casca usando seus próprios recursos. Porém, tanto o jacaré, quanto o crocodilo têm muito cuidado com os ovos e os filhotes. A fêmea põe os ovos no ninho e fica por perto até o nascimento dos filhotes, que são carregados na boca até a água, onde ficam com a mãe. Alguns chegam a permanecer com a mãe por mais de três anos.

Existem também os répteis em cujos ovos, já na ocasião da postura, há filhotes formados. Os ovos ficam retidos com o embrião em um canal no corpo da fêmea, enquanto se desenvolvem, como ocorre em algumas cobras. Quando os ovos saem do corpo da fêmea, os filhotes dentro deles já se encontram formados. A casca desses ovos é bem fina, como uma membrana, permitindo a saída dos filhotes logo após a postura. Esses animais são classificados como ovovivíparos. Há ainda alguns répteis vivíparos, que produzem filhotes já "prontos", sem terem se desenvolvido em ovos, como certas espécies de lagartos.

Curiosidades
O camaleão pode mover seus olhos para dois lados diferentes ao mesmo tempo e tem a língua maior que o seu corpo. Ele consegue apanhar insetos a 25 centímetros de distância.
Description: http://www.marianacaltabiano.com.br/canalnatureza/images/repteis_02.gifAs cobras ouvem com a língua. Elas não têm ouvidos e as suas línguas são extremamentes sensíveis às vibrações sonoras. Elas vivem mostrando a língua justamente para captar essas vibrações.
Um grama de veneno da serpente Naja é suficiente para matar 150 pessoas.
O único continente que não tem répteis é a Antártida.
“Lágrimas de crocodilo” é uma expressão muito conhecida para dizer quando alguém está fingindo um choro. O crocodilo, quando ingere um alimento, faz forte pressão contra o céu da boca, comprimindo as glândulas lacrimais. Assim, ele “chora” enquanto devora a sua vítima.
Os crocodilos são bem velozes na terra. Para fugir deles, o melhor é correr em ziguezague, pois eles não conseguem mudar de direção repentinamente.
A carapaça das tartarugas é a própria pele que engrossou e ficou dura como osso. Elas não conseguem sair dali. Só conseguem colocar a cabeça e as patas para fora.
Description: http://www.marianacaltabiano.com.br/canalnatureza/images/repteis_03.gifA píton reticulada, do sudoeste asiático, é a maior cobra do mundo, podendo atingir dez metros.
Em alguns répteis como os crocodilos, as tartarugas e os lagartos, o sexo (macho ou fêmea) é determinado pela temperatura do ambiente durante o desenvolvimento do embrião.





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